Icentivado pelo que leio na comunidade de Daniela Mercury no orkut, resolvi escrever sobre essa nova onda que arrebata o pagode baiano. Há muito tempo venho observando as letras dos pagodes sendo mudadas, mas antes de tudo eu quero fazer um a parte aqui: Não vais encontrar aqui neste texto conceitos de bom ou ruim, pois acredito que em todo genero musical existe coisas boas e coisas ruins. é evidente que o pagode tem umas letras muito pesadas mas não vamos generalizar e criar uma "pagodefobia", que isto me soa como falsidade, pois algumas pessoas que vejo criticar são as primeiras que colocam a mão na cabeça e perdem o juízo no primeiro baticum. Podemos ver o pagode baiano como uma música de favelizado sim! sem cultura? não! por que ai teriamos que fazer indagaçoes do que seria cultura? Vejo nas letras do pagode o dia a dia daquela população que esta tao aquem de nossos olhos e dos olhos de nossos governantes.
O Pagode consciente ou afrocentrado já está ai já a um tempinho! e ele não esta somente na capital, esta em todo interior como Feira de Santana, onde o grupo Revolu do Brasil traz consigo suas músicas de protesto. Psirico na capital vem se destacando com seu pagode afrocentrado falando sobre suas raízes religiosas tão preconceituada e marginalizada em Salvador. Agora temos o fantasmão, esse ai ´um grande fenomeno! quem neste carnaval não viu adolescentes com sua cara pintada de branco? e os cabelos cada vez mais blacks e cada vez mais trançados? hum!! que negritude linda!
Enfim! Acredito no trabalho destes grupos! a favela tambem grita atraves destas bandas, e que bom! podemos contar cada vez mais com vozes tão cheia de consciencia racial e social
Favela ê! favela!
ser negão é muito massa!